Ícone da geração mimeógrafo e da poesia marginal da década de 1970, Ana Cristina Cesar criou versos, pesquisou sobre cinema e literatura e redigiu artigos. O registro capta a beleza e originalidade de sua obra.
Parte do documentário sobre a obra "O Povo Brasileiro", do antropólogo Darcy Ribeiro, que afirma ser necessário inventar o Brasil que se quer, refletindo sobre as utopias que acompanham o país e suas manifestações culturais regionais.
Inés Bortagaray fala de seu processo criativo, sua trajetória, relaciona literatura e cinema, visita sua cidade natal e explica como o escritor Mario Levrero (1940-2004) foi uma influência decisiva na sua vida.
Opostos complementares no panorama da literatura realista brasileira. O primeiro, de Alagoas, é árido, sertanejo e preciso. O segundo, do Marajó, é aquático, caboclo e mítico. Contudo, eram ambos amigos e entusiastas um do outro.
Acompanhe uma investigação poética da questão do desterro humano e da incessante busca pela identidade, através da vida e obra do escritor húngaro Imre Kertész, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2002 e sobrevivente de Auschwitz.
Uma máquina do tempo para ver o invisível com seus olhos d'água. Iniciados no mistério não morrem, sopram no vento sagrado de Oyá e no ritual dos Egunguns da ilha de Itaparica.
Conheça a história do Morro do Castelo, seu desmonte e arrastamento. Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas com o intuito de "higienizar" a cidade do Rio de Janeiro.
Documentário sobre a Segunda Onda Feminista no Brasil, com destaque para os anos de 1975 a 1985, período instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a Década Internacional da Mulher.
Uma jornalista italiana pergunta-se como estão as mulheres no Brasil e a cineasta Helena Solberg utiliza elementos de seus filmes para investigar em maior profundidade a questão.
Carlos Serrano fala da sofisticada organização social e administrativa dos povos africanos que, com o tráfico negreiro, vieram para o Brasil. Ele identifica raízes que, até hoje, estão muito presentes na cultura brasileira.
No kit de sobrevivência do povo neolítico havia de tudo um pouco: de pau e conchas a ossos e até presas das feras pré-históricas que caçavam. Mas sua ferramenta mais duradoura foi mesmo a pedra lascada.
Ela nasceu do crânio de Zeus, vestindo um capacete e segurando uma lança. Ela era a defensora dos heróis, do Estado, da humanidade, a quem ofereceu muitas invenções. Ela também era uma mulher linda que chamava muita atenção.
Conheça os pioneiros do jazz: Buddy Bolden, o cornetista louco; Sidney Bechet, o prodígio do clarinete; e Freddie Keppard, o trompetista virtuoso que recusou a fama para preservar os segredos de sua arte.
Veja o encontro de Marcos Suzano e Paulão Sete Cordas no estúdio, onde tocam e conversam, e a visita que Suzano faz à oficina do luthier Rogério Santos, que fabrica o instrumento.
Baiana System relê a música 'Desengano da Visita' do álbum Krishnanda, de Pedro Santos; Domenico Lancellotti também é convidado e cria sua versão de 'Ritual Negro'; Sebastião Tapajós relembra o amigo Pedro.
Conheça o universo de Clementina de Jesus, revelada aos 63 anos como uma das maiores vozes da história do samba. A artista é considerada por muitos o elo perdido entre a cultura brasileira e as raízes africanas.
Conheça os pioneiros do jazz: Buddy Bolden, o cornetista louco; Sidney Bechet, o prodígio do clarinete; e Freddie Keppard, o trompetista virtuoso que recusou a fama para preservar os segredos de sua arte.
Veja o encontro de Marcos Suzano e Paulão Sete Cordas no estúdio, onde tocam e conversam, e a visita que Suzano faz à oficina do luthier Rogério Santos, que fabrica o instrumento.
Baiana System relê a música 'Desengano da Visita' do álbum Krishnanda, de Pedro Santos; Domenico Lancellotti também é convidado e cria sua versão de 'Ritual Negro'; Sebastião Tapajós relembra o amigo Pedro.
Conheça o universo de Clementina de Jesus, revelada aos 63 anos como uma das maiores vozes da história do samba. A artista é considerada por muitos o elo perdido entre a cultura brasileira e as raízes africanas.
Carlos Serrano fala da sofisticada organização social e administrativa dos povos africanos que, com o tráfico negreiro, vieram para o Brasil. Ele identifica raízes que, até hoje, estão muito presentes na cultura brasileira.
No kit de sobrevivência do povo neolítico havia de tudo um pouco: de pau e conchas a ossos e até presas das feras pré-históricas que caçavam. Mas sua ferramenta mais duradoura foi mesmo a pedra lascada.